sábado, 24 de setembro de 2011

No dia do meu aniversário deixo os seguintes pensamentos do livor de Augusto Cury, O vendedor de sonhos:

Os fracos matam o corpo dos seus inimigos, os fortes matam o significado deles dentro de si. Os que matam o corpo são assassinos, os que matam o que eles representam são sábios.

Vingue-se do seu próximo resgatando sua tranqüilidade e brilhando ainda mais na próxima oportunidade. Caso contrário, ele o assombrará pelo resto de sua vida.

Não dialogar com os outros é um ato tolerável, mas não dialogar consigo mesmo é um ato insuportável.

Cortem os excessos, ainda que percam dinheiro e diminuam o status. Se não quiserem ser idosos reclamando uma juventude que já passou, têm de ser coragem para fazer cortes. Não há cortes sem dor.

Sociologicamente falando, os irresponsáveis são mais felizes do que os responsáveis. O problema é que os irresponsáveis dependem dos responsáveis para serem carregados.

O poder nas mãos de um sábio o torna um aprendiz, nas mãos de um estulto o torna um ditador.

A maioria das pessoas está preparada para assumir o poder. O poder faz despertar fantasmas que estão escondidos debaixo do manto da humildade: o fantasma do autoritarismo, do controle, da chantagem, da necessidade de aplausos.

Entendi que não se conhece um ser humano pela doçura da voz, pela bondade dos gestos ou pela simplicidade das vestes, mas tão somente quando se lhe dá poder e dinheiro.

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